E quando enfim chegou o grande dia da cirurgia estava com as expectativas a mil, mal pude dormir de tanta ansiedade. Dias antes tinha até sonhado com este momento. Acordei às 5 da manhã pra tomar meu café, tinha que ficar de jejum por no mínimo 8 horas, pois meu procedimento estava marcado para as 16 horas. Como sou uma pessoa precavida, fiz o cálculo para 10 horas de jejum e assim ficar no meio termo.
Vesti uma roupa bem confortável, pois tinha que pensar no momento da saída de hospital. Não podia cometer os mesmos erros do procedimento de colocação do cateter, quando estava de calça jeans e salto alto. No momento da alta (que foi no mesmo dia) foi uma luta pra me arrumar. Meu braço estava dolorido e me sentia muita fraca para andar, ainda mais de salto.
Depois de pronta fiz minha oração, abracei minha mãe e a raika (minha cachorrinha) e segui para o AC Camargo. Meu horário estava agendado para as 8 da manhã porque ainda tinha que fazer o agulhamento (procedimento necessário antes da cirurgia).
Depois de pronta fiz minha oração, abracei minha mãe e a raika (minha cachorrinha) e segui para o AC Camargo. Meu horário estava agendado para as 8 da manhã porque ainda tinha que fazer o agulhamento (procedimento necessário antes da cirurgia).
Dei entrada na documentação do exame e em seguida fui para sala de espera. Estava muito nervosa. Dias antes uma amiga, que conheci na quimioterapia, me ligou para desejar boa sorte e soltou essa: "vai tranquila vai dar tudo certo, só tem um tal de agulhamento que você precisa fazer antes da cirurgia que dói demais. Eles vão colocar uma fio metálico na sua axila para guiar o médico na cirurgia, mas não fica assustada não". Hãaaaa como assim, não ficar assustada, fiquei em pânico. A partir daí fiquei mais preocupada com o tal do agulhamento do que com a cirurgia.
Voltando para o exame, na sala de espera só tinham mulheres, sentei e fiquei quietinha. Estava tão nervosa que não conseguia puxar conversa com ninguém. Mas, algo me descontraiu. Olhei para o lado e tinha uma senhora aparentando os seus 65 anos. Ela estava baixando palavras cruzadas no celular, achei aquilo fantástico. Eu lá toda nervosa e a senhora tentando relaxar com um jogo, o que é a experiência né minha gente!
Depois disso passaram-se alguns minutos e me chamaram para sala, logo percebi que o exame não era aquele monstro que havia criado. Ele consiste numa mamografia, em seguida, uma injeção na mama com uma substância que vai ajudar o médico na hora da cirurgia a localizar a região afetada. Por fim me colocam numa máquina para verificar se o líquido atingiu os locais necessários e pronto, estava liberada.
Minha internação já estava bem adiantada, só precisava assinar os papéis. Em seguida uma pessoa me levou até o apartamento, olhei para porta e vi o número 416. Tentei achar alguma ligação com o dia, mas nada me veio a mente. Sentei na cama, logo a enfermeira entrou e disse: "já ligaram do centro cirúrgico e pediram pra verificar se você está pronta". Só lembro de ter respondido: "Sério!!" Ainda bem que estava de jejum desde as 6 da manhã, pois o procedimento adiantou 2 horas.
Vesti aquele roupão de hospital, deitei na maca, olhei para o maridão e disse: "Eu te amo. Daqui a pouco estou de volta". E fui junto com o enfermeiro em direção a sala de cirurgia. Olhava para o teto e as lâmpadas iam passando como um flash e pensava: "Nossa já cheguei até aqui, que maravilha logo estarei só me recuperando".
No centro cirúrgico, estavam alguns enfermeiros, o anestesista e dois médicos. Logo perguntei cadê meu médico e disseram: "ele já está vindo. Pode ficar tranquila, somos da esquipe dele. Ufa, que bom. Não estava preparada psicologicamente para surpresas, não naquele momento.
Fiquei observando se meu médico chegava. Estava ansiosa, queria dizer algo para ele, como se adiante alguma coisa. Como ele não chegou e já estava ficando sonolenta por conta da anestesia, chamei o enfermeiro e pedi para dar um recado para o Dr.: "Peça pra ele cuidar bem de mim e não me deixar com uma cicatriz muito grande". Lembro do enfermeiro sorrir e dizer: "Pode deixar vou ....." E apaguei. No próximo post conto como foi minha cirurgia.
Depois disso passaram-se alguns minutos e me chamaram para sala, logo percebi que o exame não era aquele monstro que havia criado. Ele consiste numa mamografia, em seguida, uma injeção na mama com uma substância que vai ajudar o médico na hora da cirurgia a localizar a região afetada. Por fim me colocam numa máquina para verificar se o líquido atingiu os locais necessários e pronto, estava liberada.
Minha internação já estava bem adiantada, só precisava assinar os papéis. Em seguida uma pessoa me levou até o apartamento, olhei para porta e vi o número 416. Tentei achar alguma ligação com o dia, mas nada me veio a mente. Sentei na cama, logo a enfermeira entrou e disse: "já ligaram do centro cirúrgico e pediram pra verificar se você está pronta". Só lembro de ter respondido: "Sério!!" Ainda bem que estava de jejum desde as 6 da manhã, pois o procedimento adiantou 2 horas.
Vesti aquele roupão de hospital, deitei na maca, olhei para o maridão e disse: "Eu te amo. Daqui a pouco estou de volta". E fui junto com o enfermeiro em direção a sala de cirurgia. Olhava para o teto e as lâmpadas iam passando como um flash e pensava: "Nossa já cheguei até aqui, que maravilha logo estarei só me recuperando".
No centro cirúrgico, estavam alguns enfermeiros, o anestesista e dois médicos. Logo perguntei cadê meu médico e disseram: "ele já está vindo. Pode ficar tranquila, somos da esquipe dele. Ufa, que bom. Não estava preparada psicologicamente para surpresas, não naquele momento.
Fiquei observando se meu médico chegava. Estava ansiosa, queria dizer algo para ele, como se adiante alguma coisa. Como ele não chegou e já estava ficando sonolenta por conta da anestesia, chamei o enfermeiro e pedi para dar um recado para o Dr.: "Peça pra ele cuidar bem de mim e não me deixar com uma cicatriz muito grande". Lembro do enfermeiro sorrir e dizer: "Pode deixar vou ....." E apaguei. No próximo post conto como foi minha cirurgia.
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